
Foto: via Instagram
Priscilla Brasil
Priscilla Brasil dirige a Amazônia por dentro, o sagrado e o profano, o garimpo e suas vidas remanescentes, a floresta e seus povos silenciados, em busca de uma linguagem de cinema que ainda precisa ser inventada.
- Região
- Belém, PA, Norte
- Gêneros
- Documentário
- Idade
- 48
Visão autoral
Priscilla Brasil dirige desde 2003, quando estreou com o curta Os Escolhidos de Deus. Em 2006 dirigiu seu primeiro longa documental, As Filhas da Chiquita, sobre o conflito entre o sagrado e o profano no Círio de Nazaré, distribuído comercialmente no Brasil e exibido em mais de 30 países. Seguiram se Serra Pelada, Esperança não é Sonho, sobre a população garimpeira remanescente do antigo garimpo, e o média metragem Salvaterra, Terra de Negro. Dirigiu ainda videoclipes como Japan Pop Show, do Curumin, e Xirley, de Gaby Amarantos, além do documentário musical Gaby, Live in Jurunas. Retomando o documentário autoral, dirigiu Paysandu, 100 Anos de Payxão, em 2015, No Vazio do Ar, em 2022, e Não Haverá Mais História Sem Nós, em 2024, filme em forma de manifesto sobre colonialismo, racismo e a exploração histórica da Amazônia, premiado como melhor documentário de longa duração no Bali International Film Festival e exibido em festivais em Portugal. Atualmente desenvolve os longas The Immigrant Mall e Local de Crime, além da série Amazônia Ocupada, sobre a ocupação da região ao longo do século vinte. Seu cinema parte da convicção de que a Amazônia exige uma forma própria de fazer filmes, ainda em construção.
Redes e canais
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